O teatro e a expressão mais antiga do espírito lúdico da humanidade, e uma arte cênica especial, pois embora tome quase sempre como ponto de partida um texto literário (comedia, drama, e outros gêneros), exige a transformação da literatura em espetáculo cênico e sua transformação direta com a plateia.
Assim, por maior que seja a interdependência entre texto dramático e o espetáculo, o ator e a cena criam uma linguagem especifica e uma arte essencialmente distinta da criação literária. A arte dos atores e do diretor de cena não sobrevive à representação; os textos ficam.
Durante os espetáculos, o texto dramático se realiza na metamorfose do ator em personagem. A literatura dramática não e um gênero, como outros, da literatura geral, pela indispensável presença e cooperação do publico. Assim, o teatro e principalmente fenômeno social e, como tal, sujeito as leis e dialética históricas. Por isso, não existe teatro em sentido absoluto, com normas permanentes, mas vários teatros, muito diferentes, de diversas épocas e nações quanto mais remotos, tanto menos operantes em períodos seguintes.
É o caso do Arté viver e da sua linha trech, que trouxe um jeito inovador, trazendo o jeito do cinema para os palcos, principalmente com os textos Anjos da Noite e Aura “Os anjos existem” sendo ouvo de muitas cristicas no meio teatral do Acre consegui conquistar o seu espaço e hoje é exemplo de movimentos corporal que é a alma do ator.
Em fim o novo a ousadia sempre faz a diferença e erradicar a mesmice de sempre.
Fonte: arte é viver














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